sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Último dia de aula na UVA

Aaaaaaaaaaah! As merecidas férias!
Mas como não poderia deixar de ser, último dia de aula tem sempre coisa legal (e ruins também).

Bom, começou comigo me arrumando para ir para o ponto de ônibus. Naquele vexame todo e medo de perder o ônibus, me arrumei nas carrera. Quando acabo de calçar as sandálias e pisar no chão, eis que vem a descoberta: calcei o pé direito no pé esquerdo e vice-virse. Como a pressa era muita, desci a rua assim mesmo e fui para a parada.

Chegando lá, encontrei o Artur. Mostrei a doidiça da sandália - sem dizer de que se tratava - ele não reparou xD.
Mas eu tive que contar, pois eu ia destrocar os pés ali mesmo =D.
E dava tempo fazer isso umas 30 vezes e ainda sobrava tempo: o ônibus demorooooooooooooooooou.
Depois, teve um engarrafamento lá na quina do Luciano (ô novidade!) e chegamos à UVA.
Fui a xerox vizinha do Longa Vida deixar umas folhas pra encadernar e fui para a sala.
Quando vou chegando lá me lembro que esqueci o fichário na xerox. ¬¬

Aí teve a aula de Psicologia I. Apresentei o trabalho da equipe - minha garganta dava dolorida, nem deu pra falar muito, o professor lamentou taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanto (Ô mentira!); demos umas risadas - pra não dizer crise de riso - por causa dos nomes Crispildina e Estrepíuda - nomes substitutos da participante e citada pela participante, respectivamente, do trabalho de campo; e tiramos nota 10. \o/

Aí depois fomos nos despedir da Erricotinha, que vai ingressar no noviciado e, por isso, não vai cursar conosco o 3º semestre.
Comemos bombom, chocolate - o papel do meu era roxo. \o/ - e batemos muuuuuuuuuuitas fotos.
Sem contar que conversamos bastante e a pessoa"inha" até recebeu o apelido de azeitona - culpa do médico ;)
E consegui lembrar de pegar meus encadernados na xerox. \o/
Depois encontramos alguns dos nossos ex-colegas de basicão - o povo da História; conversamos um pouco; batemos foto com a Rogeriane - única que se habilitou; e depois foi "hora de dar tchau". o/

Chego ao ponto de ônibus e fico feliz da vida ao ver a Patricitis e o Beto - sinal de que não perdi o busão.
Quando o ônibus chega, lembro que esqueci meu livro.
Pergunto ao motorista se ele esperava eu ir buscar, ele diz que sim - deve ter ficado com pena depois das tantas vezes que pareceu me odiar e tbm o fato de que não vai me aturar até o ano que vem.
Ainda no começo do caminho, a Cintia liga dizendo que a Valdielle tah indo deixar meu livro de moto.
Acho que ela tava andando a 1m/h porque dava tempo eu ter ido e voltado a pé e ela não chegou. Vim pra casa sem ele mesmo. Depois descubro como fazer para pegá-lo de volta. ;)

Bom, é isso.
Agora só falta as férias do Centro de Línguas. \o/

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Ônibus

Eu sinto que aquele motorista me odeia!
No dia em que eu desejo que o ônibus passe cedo, ele passa depois de 22h.
No dia em que eu almejo, em que eu preciso, em que eu NECESSITO que ele passe um pouco mais tarde, a peste passa muuuuuuuuito cedo. Sendo que em julho ele chegou a passar antes de 21:30h. Aliás, 21:30 ele estava no ponto em que desço. Mas enfim...

Esse semestre preciso que ele passe depois de 22h só na quinta-feira, dia da aula de Introdução à Computação, pois a professora Lorena encerra a aula às 22h. Não que eu ache ruim. Aliás, justamente ao contrário. Introdução a Computação é a minha disciplina favorita esse semestre. Adooooooooooooooooooooooro. Mas então, como eu preciso que ele passe mais tarde, ele passar na faixa de 21:45. O que me obriga a sair de sala antes do término por completo da aula. E olha que mesmo assim eu perco o busão. Falei com o motorista quinta passada e ele passou 21:45 de nooooooooovo. Só que dessa vez eu tinha saído 20 min antes e não perdi \o/, mas foi quaaaaaaaaase.

Hoje, quinta-feira, tive outro dia de "Desventuras em Série". Alaniuris, minha informante de busão na quinta, não foi à aula hoje. Aliás, ninguém foi pegar busão no ponto, só eu, e o idiota do motorista não queria abrir a porta do ônibus para mim. Eu andando em lateral frente a porta fechada, o povo mangando e o motorista sem abrir a porta. [raiva!]

Já pensava que ia perder o ônibus hoje, por isso decide voltar no da UVA.
Ele voltou do conserto nesta terça, mas, acreditem se quiserem, ele quebrou hoje. ¬¬
Eu ia pegá-lo com a Renata, pois não sei onde é o ponto dele.
Perguntei a ela, de manhã, se ele já tinha quebrado com ela dentro, ela disse que não.
Hoje, quando ele quebrou, ela estava dentro.
Na mesma hora ela pensou: "Ai, Edymara!"

Aí eu ia ter que voltar no de sempre, né?
Já pensando que eu ia perder, às 20:45 eu pensei que fosse 21:45. Já ia perguntar pra professora se podia ir. Até disse assim:"Professora, vai dar dez horas." Aí a galera me fez ver que eu estava pondo uma hora a mais, rsrs.

Me entreti resolvendo os algoritmos e quando vi já eram 21:45. Perguntei para a professora se podia sair e ela disse que sim. Mas eu NÃO podia sair naquele momento. Minhas coisas estavam totalmente espalhada pela bancada e eu tinha acabado de terminar o exercício. Precisava conferir e tal...
Bem, como eu já tinha sentido que mesmo aparatando eu não chegaria a tempo, pois provavelmente já tinha perdido mesmo, então eu deixei minhas coisas na bancada e sai do laboratório para telefonar para meu pai e pedir que ele viesse me pegar.

Maaaaaaaaaaaaaaaaas... A peste da OI tava fora de área [abuso!] e a claro tá sem crédito. Comecei a passear pelo prédio até que a Oi pegou. \o/
Mas meu pai não atendeu o telefone. :(
Aí eu fui telefonar de novo, mas a OI saiu de área de novo. [ô vontade de matar!]
E como não voltou, eu fui ao orelhão telefonar a cobrar para meu pai.
Sorte que ele tinha crédito. \o/
Expliquei a história e disse que ia me pegar, mas que ia demorar 20 min.
Achei que 20 min para chegar, mas acho que foi 20 min para ele sair de casa. ¬¬

Aí eu volto para o laboratório. Já tava quase vazio.
Consegui tirar umas últimas dúvidas com a professora.
Ela disse que eu podia mandar o exercício por e-mail que ela corrigia.
Eu ia aproveitar que tava lá e ia mandar logo.
Mas o yahoo não queria abrir meu e-mail.
Então salvei num arquivo de texto e passei para meu MP3, para mandar para ela por e-mail quando eu chegasse em casa.
Depois de um tempão consegui salvar.
Quando fui fechar o pc o e-mail abriu. ¬¬
Aí desliguei e sai do laboratório.

Fui para a entrada do campus esperar papai.
Fiquei conversando com a Renata, a Cintia e a galera que estava com elas.
Aí vi papai vindo.
Me despedi do povo e fui até lá.
Maaaaaaaaaaaaaaaaas...
Quando cheguei perto...
O meu pai que eu tinha visto era um criatura de uns 25 anos. ¬¬
Aí eu voltei para onde tava o povo com aquela baita cara de bocó, desejando agir como um avestruz.

Aí esperei, esperei, esperei, esperei, esperei...
E o povo indo embora...
E eu esperando...
Até que chegou o último ônibus, do Ipu, no qual ia a Cintia.
Quando vi que ia ficar só entrei em desespero.
Aí a Cintia disse que o ônibus passava em frente a Sta Casa. Que eu podia ir e pedir ao motorista para parar lá. Aí eu fui, né?
Mas como eu sabia que não ia ser assim tãããão fácil, já tava me vendo chegando no Ipu. Até pensei e comentei: "Ainda bem que tenho parente lá!".

Aí, quando o busão do Ipu começa a andar, eu pego o celular para ligar para papai e dizer que vou no ônibus do Ipu e ligar para mamãe e dizer para ela me esperar na praça da Sta Casa.
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaas...
Antes do ônibus chegar ao primeiro semáforo, vejo papai passando de moto. ¬¬
Aí eu faço o motorista parar e desço ali no semáforo. Atravesso a rua e vou para o Good Lanches. De lá ligo para meu pai: "Pai, tô aqui no Good Lanches." Ele: "Onde fica isso?" ¬¬
Depois sou eu que não conheço Sobral!
Aí, depois de explicações e códigos (pai:"Eu vou piscar o farol da moto e vc vem até aqui.") Mas eu não fui. xD
Enfim, nos encontramos, aí passamos pela casa da minha tia, lá telefonei para minha mãe para ela não se preocupar (Como se ela já não estivesse morta de preocupação!) e de lá vim para minha housezinha. \o/

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Bolo de Cenoura

Atendendo a inúmeros pedidos (ô mentira!), a receita do bolo de cenoura. \o/

Massa

Ingredientes
1 cenoura grande
1/2 copo (de 200 ml) de óleo
4 ovos (de galinha xD)
2 copos (de 200 ml) de farinha de trigo
2 copos (de 200 ml) de açúcar
1 colher de sopa (de tomar sopa, não de fazer sopa) de fermento

Modo de fazer:
Bata no liquidificador a cenoura (cortada, claro), o óleo e os ovos.
Depois de batida, ponha em uma tigela e vá acrescentando, aos poucos, a farinha de trigo e o açúcar.
Por último, acrescente o fermento.
Misture tudo e leve a assar em uma forma untada (com margarina) e polvilhada (com farinha de trigo).


Cobertura

Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 xícara de chá de achocolatado
100 g de margarinha

Modo de fazer:
Coloque todos os ingredientes em um papeiro e leve ao fogo, mechendo sempre.
Depois que tirar do fogo, deixe esfriar.


Pegue a cobertura e espalhe sobre o bolo.
Quanto mais cobertura melhor, claro. ;)
Embaixo, em cima, dos lados, corta e põe no meio...


Precisa avisar que é pra comer????

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OOOOOOOOOOOOOOOLÁ!

Hum, eh, oi?????
Tem alguém aí????
Se sim, "OLÁ!". Se não, num tem problema, eu converso mesmo com os meus botões sinápticos. xD
Então, já faz quase um ano que eu criei esse blog e até esse post ser carregado ele estava assim: { }.
Por quê?
Por que eu criei o blog ou porque ele tava vazio?
Ah, eu respondo as duas perguntas. : )
Bom, eu criei, porque...
Por que que eu criei mesmo, hein?
Nem eu sei direito.
Acho que para escrever, né?
É óbvio. ¬¬
Maaaaaaaaaas, escrever o quê?
Pois é, eu não sabia e ainda não sei.
Pelo nome dele, acho que para escrever coisas que só podiam ser coisas minhas, né? Ou seja, algo que fosse bastante característico meu.
E acho que de lá até hoje aconteceram muuuuuuuuuitas coisas desse tipo.
Então, por que eu não escrevi?
Pois é, tô me perguntando o mesmo.
Acho que porque mesmo falando por cotovelos, joelhos, calcanhares e tudo mais, eu não seja boa de me expressar através da escrita.
Sim, creio que seja isso.
Também porque a minha internet vivia me deixando na mão.
Também porque nunca tinha encontrado inspiração para vir até aqui escrever.
Ou talvez até tenha tido, mas a pri num deixô.
Enfim, o que interessa é que eu já me cansei de ver apenas esse fundo roxo e decidi escrever.
Ou talvez não tenha sido por isso que decidi escrever agora.
Ah, acho que o motivo não interessa, o que interessa é que finalmente o meu blog vai ter um post. \o/
Pois é, né?
E estou aqui, tal qual Floralva Branca, me perguntando se alguém lerá meus escritos.
Mas se sim, ou se não, eu vou escrever.
Tô pensando em fazer jus ao nome do blog e começar por postar as coisas, que só podiam ser coisas da Edymara, já ocorridas e também as que forem acontecendo.
E também aquilo que me der vontade de escrever.
Ora bolas, o blog num é meu? Vou postar o que eu quiser. ¬¬
Enfim, quando começarei o registro de tais coisas não sei.
Creio que em breve, ou nem tão breve assim.
Ó o tempo que isso ficou encostado.
Pensando nisso, acho que esse blog é realmente algo que só podia ser coisa minha.
Que outro ser em sã consciência criaria um blog para deixá-lo tanto tempo em branco?
Claro que alguns dirão que eu não estou em sã consciência - rsrs - mas ♪ isso é só uma questão de opinião ♪.
Pelo menos posso afirmar que não estou internada no CAPS. =D
Bom, é isso.